William
Crookes, um dos homens de ciência que mais contribuíram para a propagação das
provas da imortalidade da alma através de ensaios patentes que empreendeu ao
dedicar-se ao estudo dos fenômenos mediúnicos produzidos por Florence Cook,
recebeu a ameaça de ser excluído da Royal Society, uma instituição
conceituadíssima instalada em Londres cujo objetivo é a promoção do
conhecimento científico. Quais foram as causas de tal ameaça? Segundo o livro A História do Espiritismo,
redigido por Arthur Conan Doyle, o egrégio químico William Crookes recebeu a
cominação devido ao seu envolvimento com as pesquisas que desenvolveu para
reprovar ou comprovar a veracidade dos fenômenos espíritas. Após observar os
fatos mediúnicos com o auxílio e a aplicação de seus rigorosos métodos de
análise científica, Crookes concluiu que nada daquilo que estudou era apenas
possível, mas sim, real.
Hoje, em adição, podemos elencar como ínclitos representantes da ciência espiritualista pesquisadores como Dean Radin, um célebre investigador de fenômenos mediúnicos membro do Instituto de Ciências Noéticas do norte da Califórnia. Temos também Julio Peres e Andrew Newberg, que coordenaram uma pesquisa inédita que usou equipamentos de última geração para investigar o cérebro dos médiuns durante o transe. Isso, sem mencionar os cientistas brasileiros como Sérgio Felipe Oliveira.
Lastimável, entretanto, que apesar disso a "ciência oficial" se obstina e assim desdenhe a verdade. Até quando os materialistas se deixarão de dissentir com algo óbvio e que já foi demonstrado ser autêntico? Só o tempo dirá, ou não. Quem sabe, somente Deus tem conhecimento no tocante à tenacidade do materialismo.
Existem outras razões para que consideremos as ciências espiritualistas como pautadas na verdade. Sabemos que sempre houve, por parte da comunidade científica, intensa relutância em relação a novas descobertas, principalmente aquelas que poderiam abalar as estruturas de concepções que durante muito tempo foram reconhecidas como verdades irrefragáveis e que seria absurdo contestá-las. Tampouco, por tais motivos, foi o Espiritismo aceito por toda a ciência oficial quando teve iniciada a sua formação, visto que a ciência comum desde eras imemoriais sustenta ideologias materialistas segundo as quais não existe nada senão o princípio material. Ora, dificilmente poderíamos crer que a ciência em algum momento concordaria com as descobertas da Doutrina Espírita, já que estas são capazes de causar um visceral ataque aos dogmas do materialismo, fazendo esboroar toda o seu edifício. Apesar disso, como já comentei em parágrafos predecessores, muitos foram os homens de ciência que se inclinaram diante dos fatos e abandonaram a filosofia materialista, sob pena de terem sido relegados ao esquecimento como se nada tivesse sido por eles revelado.
No mais, reiterando o que já salientei, os fenômenos estudados pela ciência tradicional repousam sobre efeitos gerados unicamente em função da matéria. O campo de pesquisa do Espiritismo refere-se às fenomenologias que têm como causa o princípio espiritual. Os fenômenos espirituais, para que sejam produzidos, carecem de certas condições que somente o estudo prévio da Doutrina Espírita pode aclarar. Além disso, os Espíritos são seres munidos de vontade própria; não são seres inanimados como substâncias químicas que se podem manipular indefinidamente, logo, não se sujeitam aos nossos caprichos e escapam aos processos convencionais de laboratório. Assim, a ciência oficial pronunciou o juízo temerário de que todo tipo de fenômeno espírita não é nada mais que um embuste, por ter pretendido analisar a espiritualidade como o fazem com os fenômenos químicos e físicos.
Por fim, deixo para a reflexão de vocês um parecer de Kardec sobre o que estou a explanar:
"Compreender os fatos, mediante antecipado conhecimento teórico. Para estas pessoas, a teoria constitui um meio de verificação, sem que coisa alguma as surpreenda, nem mesmo o insucesso, porque sabem em que condições os fenômenos se produzem e que não se lhes deve pedir o que não podem dar. Assim, pois, a inteligência prévia dos fatos não só as coloca em condições de se aperceberem de todas as anomalias, mas também de apreenderem um sem número de particularidades, de matizes, às vezes muito delicados, que escapam ao observador ignorante. " - Allan Kardec
A reação da
Royal Society em face à descoberta do eminente cientista demonstrou seu cabal
repúdio e parcialidade para com os feitos de William Crookes: seu vínculo com a
referida entidade científica estaria sujeito ao cancelamento caso persistisse
em continuar as suas pesquisas inerentes à espiritualidade. Apesar disso,
jamais ele se retratou no tocante ao que corroborou.
Fatos como
os que relatei acima ocorrem desde há muito tempo. Cientistas e homens de
notório saber são repudiados pela comunidade científica internacional de
maneira arbitrária quando aqueles expõem as provas da existência de espíritos e
das comunicações do plano espiritual com o mundo físico. Declara a
"ciência oficial" que as pesquisas científicas a partir das quais
conclui-se a veracidade da fenomenologia espiritualista são improcedentes e
nada mais que embustes ou charlatanismo, sem que sequer apresentem uma
contraprova para conferirem sustentação plausível para a sua relutância.
Os membros da comunidade científica internacional nem ao menos
explicam as razões pelas quais não aceitam as provas da existência de espíritos
e da realidade de fenômenos mediúnicos mesmo após notáveis homens que
pertenciam ao escol da ciência como os citados na lista abaixo, que
tive a liberdade de extrair do link http://www.guia.heu.nom.br/grandes_cientistas.htm:
·
Barret, William Fletcher (1845-1926)
·
de Rochas, Eugène Auguste Albert
(1837-1914)
·
Delanne, Gabriel (1857-1926)
·
Dessoir, Prof. Max (1867-1947)
·
Du Prel, Carl Freiherr (1839-1899)
·
Fechner, Gustav Theodor (1801-1887)
·
Geley, Gustave (1868-1924)
·
Maxwell, Joseph (1858-1915)
·
Myers, Frederic William Henry
(1843-1901)
·
Ochorowicz, Julian (1850-1917
Hoje, em adição, podemos elencar como ínclitos representantes da ciência espiritualista pesquisadores como Dean Radin, um célebre investigador de fenômenos mediúnicos membro do Instituto de Ciências Noéticas do norte da Califórnia. Temos também Julio Peres e Andrew Newberg, que coordenaram uma pesquisa inédita que usou equipamentos de última geração para investigar o cérebro dos médiuns durante o transe. Isso, sem mencionar os cientistas brasileiros como Sérgio Felipe Oliveira.
Lastimável, entretanto, que apesar disso a "ciência oficial" se obstina e assim desdenhe a verdade. Até quando os materialistas se deixarão de dissentir com algo óbvio e que já foi demonstrado ser autêntico? Só o tempo dirá, ou não. Quem sabe, somente Deus tem conhecimento no tocante à tenacidade do materialismo.
Existem outras razões para que consideremos as ciências espiritualistas como pautadas na verdade. Sabemos que sempre houve, por parte da comunidade científica, intensa relutância em relação a novas descobertas, principalmente aquelas que poderiam abalar as estruturas de concepções que durante muito tempo foram reconhecidas como verdades irrefragáveis e que seria absurdo contestá-las. Tampouco, por tais motivos, foi o Espiritismo aceito por toda a ciência oficial quando teve iniciada a sua formação, visto que a ciência comum desde eras imemoriais sustenta ideologias materialistas segundo as quais não existe nada senão o princípio material. Ora, dificilmente poderíamos crer que a ciência em algum momento concordaria com as descobertas da Doutrina Espírita, já que estas são capazes de causar um visceral ataque aos dogmas do materialismo, fazendo esboroar toda o seu edifício. Apesar disso, como já comentei em parágrafos predecessores, muitos foram os homens de ciência que se inclinaram diante dos fatos e abandonaram a filosofia materialista, sob pena de terem sido relegados ao esquecimento como se nada tivesse sido por eles revelado.
No mais, reiterando o que já salientei, os fenômenos estudados pela ciência tradicional repousam sobre efeitos gerados unicamente em função da matéria. O campo de pesquisa do Espiritismo refere-se às fenomenologias que têm como causa o princípio espiritual. Os fenômenos espirituais, para que sejam produzidos, carecem de certas condições que somente o estudo prévio da Doutrina Espírita pode aclarar. Além disso, os Espíritos são seres munidos de vontade própria; não são seres inanimados como substâncias químicas que se podem manipular indefinidamente, logo, não se sujeitam aos nossos caprichos e escapam aos processos convencionais de laboratório. Assim, a ciência oficial pronunciou o juízo temerário de que todo tipo de fenômeno espírita não é nada mais que um embuste, por ter pretendido analisar a espiritualidade como o fazem com os fenômenos químicos e físicos.
Por fim, deixo para a reflexão de vocês um parecer de Kardec sobre o que estou a explanar:
"Compreender os fatos, mediante antecipado conhecimento teórico. Para estas pessoas, a teoria constitui um meio de verificação, sem que coisa alguma as surpreenda, nem mesmo o insucesso, porque sabem em que condições os fenômenos se produzem e que não se lhes deve pedir o que não podem dar. Assim, pois, a inteligência prévia dos fatos não só as coloca em condições de se aperceberem de todas as anomalias, mas também de apreenderem um sem número de particularidades, de matizes, às vezes muito delicados, que escapam ao observador ignorante. " - Allan Kardec