quinta-feira, 7 de março de 2013

Como discernir o que há de correto em uma religião daquilo que é falso

Todo o crivo ao qual uma religião deve ser submetida se sumariza nas seguintes máximas que a maioria das religiões admite:

1 - Deus é amor.
2 - Deus é justiça.

A partir desses atributos essenciais de Deus, com os quais as religiões de uma forma geral estão de acordo, podemos distinguir aquilo que provém do Pai daquilo que incorre em um engano ou doutrina espúria.

Toda religião, portanto, que prega que existe apenas uma só fé pela qual o homem pode ser salvo é incoerente com os apanágios divinos, pois com isso ela ignora o amor de Deus Pai, que se estende a todos os homens sem embargo de quais sejam suas convicções religiosas. A justiça de Deus Pai não se configura como aquela postulada pelas religiões exclusivistas e preconceituosas, que ao invés de honrarem a Deus disseminam conceitos ignóbeis que têm origem na aversão por doutrinas religiosas diferentes das suas. Deus julga a todos em conformidade com a soma de bem e mal, ao cabo da pluralidade de existências, que nós desenvolvemos enquanto encarnados.

Qual é, talvez indaguem alguns, a minha base para fazer tais asserções?

Vou reiterar meus fundamentos: Princípios desvelados pelas religiões que são logicamente coerentes com os atributos de Deus elencados acima. Podemos, desde que os admitamos, extrair de cada religião uma porção da Verdade, a qual paulatinamente se descortina diante de nós à proporção que nos aperfeiçoamos na escala espiritual.




Nenhum comentário:

Postar um comentário